Make your own free website on Tripod.com

Dicas interessantes:

Quando pesco em rios, costumo usar pequenos flies ou mosca seca, atadas a linhas de fly, por intermédio de um líder constituído de aproximadamente 30 cm de linha de pesca comum de 0,25 mm. Com essas moscas secas, tento imitar os siriris, deixando a isca flutuar a deriva na correnteza, o que atrai a atenção dos pequenos, porém vorazes lambaris, proporcionando uma pescaria muito divertida. Porém, para esse tipo de pesca, acho meu material um pouco pesado, sendo o ideal um conjunto classe 2 ou 3. Já nos pesqueiros que oferecem condições para o uso do fly (que não são muitos,devido a limitação de espaço), eu  costumo utilizar alguns poppers ou bolinhas atadas ao anzol que afundam lentamente, imitando a ração que é distribuida aos peixes, nesse caso, substituo a linha 0,25 do líder por uma 0,35 mm. A ação das tilápias nesse tipo de isca é muito interessante e aí sim, quando entra uma de 700 ou 800 gramas, proporcionam uma boa briga quando utilizamos o conjunto classe 5.

Valdir Cardinalli Jr.

 

Coloque o chumbo na linha, desencape um fio elétrico na espessura proporcional à espessura da linha utilizada. Use a proteção plástica do fio em pequenos pedaços de aproximadamente 5 mm. Após o chumbo, coloque a proteção plástica na linha. Dê o nó da linha com o empate e anzol. A proteção cobrirá o nó impedindo o atrito do chumbo.

José Sani Neto

 

Quando estiver pescando lembre-se de retirar as farpas dos anzóis, pois caso o peixe que você fisgou arrebente a linha, o anzol sairá facilmente de sua boca, e também, se por uma fatalidade você vier a se espetar com o anzol será mais fácil retirá-lo.

Wilson Kimura

 

Para soltar corretamente os peixes é necessário tomar alguns cuidados. Não toque nas guelras e molhe as mãos para evitar remover o muco protetor que o protege contra infecções e parasitas.

Emílio Sakai Tanikawa

 

Estando num pesque-pague, experimente arremessar a isca próximo à bomba que oxigena o lago. Como nesse ponto a água é mais oxigenada, a tendência é que os peixes estejam por perto. Uma bóia pode ajudá-lo.

Emílio Sakai Tanikawa

 

O calor do sol e o atrito na areia, ressecam a linha e diminuem sua resistência. Para minimizar o problema, no final da pescaria, deve-se lavá-la fazendo um longo arremesso, recolhendo-a a seguir em meio a um pano com vaselina líquida..

Wilson Kimura

 

Uma excelente providência para se conservar os anzóis - principalmente aqueles que já foram usados - é colocá-los num recipiente com talco inodoro para evitar que oxidem.

Rogério Freitas Júnior

 

Varas de pesca modernas, se bem usadas, e dentro das especificações recomendadas, dificilmente se quebram. Agora, se você costuma usar linhas com resistência superior à recomendada, sua vara pode se quebrar a qualquer momento, em um movimento mais brusco. Aqui vão duas dicas de ouro que podem aumentar a vida útil delas e impedir que se quebrem:

  1. Quando a linha enroscar, nunca tracione pela vara. É nessa hora que muitas se quebram. Puxe a isca pela linha, com muito cuidado, para que ela não volte em alta velocidade em sua direção;

  2. Na briga com o peixe, ou no momento de regular a fricção da carretilha, nunca traga a vara além da sua cabeça. Quando ela passa da posição vertical, pode se quebrar, mesmo que estejam sendo usadas linhas dentro das recomendações.

 

Uma dica simples e eficiente quando estiver pescando peixes redondos como pacú, tambaqui ou tambacu: não use encastroador. Para evitar que o peixe não corte a linha, use um anzol com haste mais comprida. Experimente e aprovará.

José Roberto Biffi

 

Pescando à margem de lagoas, é importante preocupar-se em ficar sempre de frente para o sol. Isto porque a sombra do pescador pode refletir na água e, consequentemente afugentar os peixes.

Wilson Kimura

 

Num pesque-pague desconhecido e fora de hora, usar a vara para descobrir a profundidade da beirada onde se vai pescar, evita que se lance a isca num ponto raso onde os peixes grandes não encostam.

Daniel Haruo

 

A manutenção preventiva de seu equipamento é fundamental para o bom desempenho de sua pescaria, bem como a sua vida útil. É bastante desagradável que, na hora da briga com o peixe, nosso equipamento falha. Assim, sugerimos os seguintes cuidados:

1) Após a compra de qualquer equipamento, não importando a marca, deve-se fazer uma vistoria da condição de lubrificação.Utilize ferramentas adequadas evitando desgastes desnecessários das peças. Caso o equipamento necessite de lubrificação extra, utilize graxa especial evitando os excessos, cobrindo as engrenagens.

2) A cada 6 a 8 pescarias deve-se abrir o equipamento para nova verificação. Na primeira verificação após o uso, deve-se realizar uma lubrificação especial, limpando o equipamento completamente com querosene, substituindo a graxa especial. É importante registrar que se o pescador não possui experiência para monta-lo novamente, deve procurar uma loja especializada para obter ajuda. Após a pescaria, a limpeza e lubrificação externa do equipamento é fundamental, principalmente quando utilizados em água salgada ou salobra.Este deve ser lavado em água corrente, utilizando-se sabão neutro e uma esponja de náilon. Após secar, deve ser lubrificado.

3) Não guarde seu molinete ou carretilha fixado nas varas de pesca.

4) Para transportar seu equipamento envolva-os em um pano ou flanela.

Edson Campos Perroni

 

Sua pasta dental dará a sua isca de metal um sorriso radioso, ao qual os peixes acham difícil resistir. Coloque um pouquinho de dentifrício num pano ou numa escova de dentes velha e esfregue na superfície de metal. Aquela aparência de velha e embaraçada, desaparece num instante.

 

Apesar do grande prazer que é pescar, não se pode negar que o cheiro de peixe não chega a ser um perfume muito agradável. Por isso, coloque-o numa vasilha e despeje água até cobri-lo. Em seguida, adicione um copo de leite e deixe descansar por 20 minutos. Depois é só retirar e temperar a gosto.

Wilson Kimura

 

Uma ótima dica, que pouca gente conhece, para "driblar o vento", é fazer uso do arremesso underhead cast. Nesse tipo de arremesso, aponta-se a vara para o alvo, trazendo-a, em seguida, para uma posição próxima de 90º da posição inicial, já desenvolvendo um giro lateral com ela. Isso evita a formação da cabeleira.

 

Para peixes com boca muito dura, verifique sempre se seus anzóis estão bem afiados e se o empate de aço não está demasiadamente desgastado, o que pode provocar perdas. Para esse tipo de peixe, como os Pacus, é importante esperar que acomodem as iscas na boca para então fisgar com firmeza.

 

Ao pescar embarcado não use sapato de amarrar ou botas, pois em caso de acidente e você cair na água será muito difícil nadar ou tirar o calçado a tempo. Dê preferência a chinelos ou sapatos tipo mocassim de lona. Se você esqueceu o calçado apropriado, então tire pelo menos os cadarços de seu tênis.

 

As melhores cores de linhas para empatar anzóis são as claras, brancas, verde-claras e fumê claras. Não se deve usar linhas de cores escuras e fluorescentes para essa finalidade. Elas são muito visíveis dentro da água e podem espantar os peixes mais ariscos. Já as linhas claras praticamente desaparecem dentre da água e destacam as iscas que contém os anzóis. Então, são fatais para os peixes. Isso não é sorte de pescador e sim técnica.

Emílio Sakai Tanikawa

Óculos e boné, é importante o seu uso na pesca com iscas artificiais. As ocorrências mais comuns são quando a isca escapa da boca do peixe durante a briga, ou quando se solta de um enrosco. TOME CUIDADO !!!

 

Para a captura de peixes de águna salgada, principalmente aqueles de costão como o sargo por exemplo, utilizar o marisco, mexilhão, samambi e outras conchas pode ser uma excelente opção. Essas iscas são encontradas no próprio local da pescaria, junto a pedras ou enterradas na areia. Utilize uma faca para abri-las, isque no anzol amarrada com uma linha elástica tipo "elastricot" para fixar melhor.

 

Ao arremessar uma bóia com chuveirinho é comum a chumbada de ancoragem se distanciar da bóia. Então, mostra abaixo um dispositivo, na qual a chumbada vai junto com a bóia e esta não tende a voltar alguns metros, como acontece normalmente. O dispositivo foi feito com um terminal de aço fino.

wpe5.jpg (6989 bytes)

Deixar 3 cm de distância de uma ponta à outra.

 

Dois livros interessantes (ambos catalogam as espécies cientificamente, detalhando características, habitat, comportamento e distribuição, sendo ótimas fontes de consulta) e que posso indicar com segurança são:

  1. "Peixes da Costa Brasileira" - autor: Alfredo Carvalho Pinto

  2. "Guia Aqualung de Peixes" - autor: Marcelo Szpilman

 

Uma ocorrência comum para quem utiliza linha de espessura mais fina é o seu estouro na hora do lançamento, provovado pelo desgaste natural da linha ou por um "nó" na ponta da vara ou sua espessura. Para evitar que esse estouro aconteça, aconselho fazer um líder com uma linha mais grossa.

Otávio Tanikawa

 

Uma dica muito boa para quem utiliza "chicote" de comprimento superior ao comprimento da vara é fazer um pequeno rasgo com uma faca (estilete) na parte superior do isopor, permitindo assim, que o anzol se encaixe e se solte deste rasgo durante o lançamento da bóia.

Otávio Tanikawa

 

Para uma melhor acomodação de sua mão no cabo da vara de pescar, ele precisa ser bem fino (que de para você pegar nele fechando ou quase a mão), mas algumas varas vem aquela espuminha que atrapalha na hora do arremesso e até na hora de deixar a vara no fincador (espera), por isso ai vai uma dica: Compre o chamado GRIP que é aquela fita emborrachada que os tenistas colocam no cabo de suas raquetes (cada fita dá para mais ou menos 30 cm se bem enrolada), retire a espuma e no lugar passe o grip que tem de várias cores. Escolha a sua preferida.

Otávio Tanikawa

 

Para evitar que a massa caia durante o lançamento, basta por no anzol ração (em formato de argola) ou colar um fio de telefone com super bonder. Agora é só cobrir com a massa.

Emílio Sakai Tanikawa